quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Observatório da Imprensa - Você nunca mais vai ler jornal do mesmo jeito



Atividade 1

Site analisado:
Observatório da Imprensa

1. Avalie a usabilidade de um site jornalístico quanto aos quesitos abaixo e justifique as respostas:

- Clareza na comunicação: O site demonstra ter uma percepção correta de quem é o seu público? A linguagem é adequada ao tipo de leitor que ele procura?

O site demontra ter a exata percepção de quem é seu público: Pessoas esclarecidas preocupadas em discutir o papel da mídia, reportagens, abordagem da mídia em assuntos polêmicos. Além desse público, atinge estudantes da área, levando-os a refletir sobre o seu papel. É um exemplo claro de jornalismo participativo, pois os leitores têm a oportunidade de debater o tema levantado, dar sua opinião, discordar da reportagem e apresentar fatos que sustentem sua argumentação.

- Acessibilidade: O tempo de carregamento das páginas é um obstáculo para a navegação? É fácil descobrir o canal de comunicação com o autor dos textos, ou administrador do site?

O portal apresenta fácil acessibilidade. As páginas carregam rapidamente. Há uma grande facilidade de entrar em contato com o autor dos textos, tanto das seções como nos blogs e nos outros canais disponibilizados porque é oferecida a oportunidade de debater o tema. Esse debate pode ser feito não só com o autor, mas com outros leitores.

- Consistência: As páginas têm elementos gráficos que dão unidade ao site? Existem recursos que prejudicam a funcionalidade das páginas?

O site é apresentado de forma sóbria. Não há grande mistura de elementos que possam prejudicar a leitura. É disposto de forma simples e direta. O mais importante é o conteúdo e a agilidade, e não a estética.


- Navegação: Os links são claros nas intenções e eficazes em levar ao destino indicado? O tamanho das páginas é compatível com o conteúdo?

Os links são claros e objetivos. todos funcionam normalmente e de forma ágil. O conteúdo é bem distribuído na página.

- Apresentação visual: O site é faz bom uso da cor? Há algum tipo de exagero no layout que possa ser corrigido?

Não há problema a ser corrigido no layout. O site usa poucas cores e de forma uniforme, não prejudica a leitura.

- Mudanças: O que poderia ser feito para melhorar visualmente, ou deixar mais funcional, o site em questão?

O site não possui grandes problemas visuais. Talvez se o fundo fosse menos claro adquiriria mais profundidade. O fundo branco em combinação com as outras cores dá impressão de uma coisa parada, apática, o que não é o propósito do site.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Jornalismo Participativo: A evolução da mídia


O tempo passa e tudo vai evoluindo. Quem imaginaria décadas atrás que existiria o CD, o DVD, a câmera digital, o celular, o computador e a internet? A câmera permite que se tire centenas de fotos e se faça vários vídeos com áudio em apenas um cartão de memória, podendo ser vistos na hora. O celular, com modelos cada vez mais avançados, permite a comunicação móvel com pessoas em qualquer lugar do mundo, a produção de fotos, vídeos e o envio destes em tempo real. Os computadores são cada vez menores, e a internet permite a comunicação e troca de informações entre pessoas de qualquer parte do mundo simultaneamente.

Ao mesmo passo que a tecnologia vai evoluindo, o Jornalismo também vai se modificando. Com a internet, o Jornalismo passou a ser mais participativo. O público começou a produzir conteúdo(informações, notícias) e lançar na rede, principalmente através de blogs e fóruns. A socialização do Jornalismo teve grande impulso com grandes acontecimentos mundiais, como o atentado ao World Trade Center. Hoje, é cada vez mais comum encontrar na rede sites como o
OhMyNews ou o NowPublic, onde o público interfere diretamente na notícia.

Grandes eventos continuarão a estimular a ação do público, com o auxílio da mobilidade. O público exigirá cada vez mais transparência na produção jornalística. Neste contexto, o jornalista será impactado de duas formas: terá o público como "pauteiro", trazendo ao seu conhecimento assuntos que não imaginaria; e terá que se acostumar com o fato de que o público estará cada vez mais exigente com a busca do fato real. O jornalista não sai prejudicado com a produção e veiculação desse conteúdo participativo. Ele é estimulado e desafiado a fazer melhor o seu trabalho. Dessa forma, o jornalista exercerá cada vez mais seu papel da forma como a ética jornalística manda: produzindo conteúdo aprofundado e de forma isenta.

Sobre o assunto:

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Circo Roda Brasil apresenta Stapafúrdyo no Rio



Efeitos de luz com iluminações recortadas, bonecos infláveis, figuras humanas caricatas e acrobacias. Essas são as principais atrações do espetáculo Stapafúrdyo, que será apresentado até o dia 4 de novembro, no Circo Roda Brasil. A montagem parte do princípio de que errar é humano, tendo o enredo construído através da visão do palhaço, como se cada pessoa tivesse uma essência cômica. O diferencial é que ele satiriza os circos clássicos, com as personagens "contracenando" com animais de pelúcia coloridos, em combinações curiosas, como a "giravaca" (mistura de girafa com vaca).Outro aspecto que o difere das apresentações circenses comuns é sua trilha sonora. São tocadas ao vivo músicas de André Abujamra: Karnak e As Mulheres Negras.
Uma curiosidade a respeito do circo é a lona sem mastro central, diferente de todos os outros circos do país. A lona possui mastros de sustentão externos, o que privilegia a platéia com uma visão mais ampla do espetáculo.A montagem foi produzida pelas consagradas companhias Parlapatões e Pia Fraus, tendo o elenco formado por 20 artistas circenses. A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet n° 8.313/91).O patrocínio é das Concessionárias Nova Dutra e Ponte SA, por meio do Programa CCR Cultura nas Estradas.O espetáculo Stapafúrdyo terá sessões às sextas-feiras, às 20h; aos sábados, às 16h, 18h30 e 21h; e aos domingo, às 16h e 18h30, na Concha Acústica de Niterói, situada à Rua Cem, s/nº, Centro.




Saiba mais sobre o espetáculo:

http://www.circorodabrasil.com.br/
http://olhares.aeiou.pt/stapafurdyo/foto1138210.html
http://my.opera.com/Campestre/blog/index.dml/tag/circo%20stapafúrdyo%20roda%20brasil

terça-feira, 5 de junho de 2007

Inclusão digital: Passo primordial para o desenvolvimento de um país




Sueli Alves



Em tempos em que se busca e se fala cada vez mais em desenvolvimento, não apontar para a relevância da inclusão digital seria um equívoco. O processo de evolução digital e a automatização fazem dessa inclusão um passo de suma importância para a realização dos serviços de forma hábil. A falta de atualização curricular neste sentido faz de profissionais, antes considerados altamente qualificados, e daqueles que pretendem entrar no mercado de trabalho, analfabetos funcionais.

Tempos atrás, a conclusão do ensino médio dava um up grade no currículo pessoal e era objeto de apreciação para se obter cargos de alto escalão. Atualmente, pessoas com apenas essa qualificação encontram dificuldade até mesmo para conseguir emprego como copeiras ou garis.

O custo de cursos especializados e as dificuldades financeiras para se obter um microcomputador, bem como o baixo índice de disponibilidade de acesso por parte do governo contribuem para a exclusão digital.
Difícil não vincular o baixo índice de desenvolvimento econômico e social de um país, incluindo a fome e a pobreza, à falta, ou baixo nível, de inclusão. Esta afirmação segue o raciocínio de que a inclusão digital aumenta o desenvolvimento do país, logo gera oportunidades e melhora a qualidade de vida das pessoas. Esse fato é notório em países desenvolvidos. A inclusão diminui o analfabetismo, sobretudo o funcional e conseqüentemente a fome e a pobreza.

No Brasil, assim como em outros países, as pessoas parecem estar despertando para esse fato, e já cobram do governo medidas que proporcionem tal inclusão de forma democrática. Obviamente, criar centros de aprendizagem gratuitos e facilitar a compra de equipamentos não vai erradicar de pronto a fome, a pobreza e a desigualdade social. Tão pouco zerar o índice de analfabetismo. Mas, sem dúvidas, é um grande passo para o país se desenvolver não mais ao "passo da tartaruga" mas, a médio prazo, veloz como um leopardo.
Não é uma questão de se tornar "refém" da informatização, mas de atualização para o bem como, se utilizada de forma correta, e não desenfreada. A tecnologia deve ser utilizada de forma consciente. Deve-se usá-la de forma a acrescentar, não como escravização.

sexta-feira, 18 de maio de 2007

O que é ser de Brasília


- Você se sente confortável com a umidade de 10%.
- Você conhece os ministros e deputados como "O pai daquele cara da faculdade".
-Ao dirigir, você fica meio paranóico com os limites de velocidade.
- Você, de fato, pára o carro na faixa de pedestres.
- Você acha normal um PM a cada cruzamento e cruzar com uma viatura da PM a cada 500 metros.
- Você tem medo de jogar lixo pela janela do carro.
- Ouve dizer "é bem pertinho" e pensa tranqüilamente em 50 km.
- Você sabe do que estão falando quando perguntam "conhece alguém da cinco"?
- Todo fim de semana tem um churrasco.
- Você se sente à vontade com endereços em coordenadas cartesianas.
- Sabe que se for a um endereço nas 300, 100 e 200 irá a um apartamento bom; na 400 terá que subir escadas; na 700 vai ter de procurar vagas nas calçadas das casas e que, se for ao Sudoeste, corre o risco de que a quadra ainda não esteja asfaltada!
- Quando começam as chuvas você escuta " esse ano vai chover como nunca".
-Quando param a chuvas você escuta
"esse ano a seca vai ser braba".
- Você chama os amigos de seus pais de "tio" e "tia".
- Você vê alguém fazer barbeiragem no trânsito e diz "Só pode ser goiano".
- Acha que de mar o nosso céu não tem nada, e na primeira oportunidade dá uma escapada para praia.
-Odeia quando chegam os seus parentes querendo conhecer a torre e a esplanada.
- Você reclama para o amigo: "Não tem nada para fazer nessa cidade..." Mas fica indignado quando alguém de fora reclama que em Brasília não tem nada para fazer.
- Você reluta, reclama e acaba indo comer pizza no Primo Piatto.
- Sabe, perfeitamente, o que significa quando alguém diz "Eu moro no Lago".
- Quando vai a outra cidade fica indignado e não entende por que construíram ruas tão estreitas com tanto cruzamento.
- Vê crianças gostarem tanto de descer para brincar "debaixo do bloco".
- Pelo menos cinco pessoas que você conhece fazem Direito.
- Fica chateado quando te perguntam se já viu o presidente.
- Você vê o dia começar friozinho; acha perfeitamente normal que às 11hs esteja fazendo um calor de rachar; à tarde esteja muito,muito quente e seco; à noite, frio novamente ou até mesmo desabando um temporal; isto, além de a chuva ter iniciado e parado cinco vezes durante o dia ou à tarde.
- Você não tem a menor noção do que seja uma esquina deparalelepípedos.
- Você acha que casa com piscina é a coisa mais normal do mundo.
- Até hoje chama o mercado Pão-de-Açúcar de "Jumbo".
- Você sabe que "Ir ao Gilberto" não quer dizer visitar alguém.
- Sabe que Samambaia não é uma planta !
- Você diz "Vou ao Shopping" sabendo que isso só pode siginificar ir ao Parkshopping, se não, diria "Vou ao Pátio" ou
"Vou ao Alameda" .
- Sabe que se for ao shopping Pier 21, você não vai lá pra fazer compras.
- Sabe que uma boate da moda não dura mais do que três meses.
- Você, estudante, geralmente sai do colégio na sexta, vai pro Pátio, dorme na casa de um amigo e, no sábado à noite, vai pro Pier ... domingo é em casa !!!
- Já passou um carnaval ou feriado em Caldas Novas.
- Morre de rir, ou de raiva, nas vésperas de feriados, quando te dizem "o último que sair (da cidade) apaga a luz".
- Sempre que viaja é perguntado a qual gangue você pertence, e se você já queimou algum índio.
- Vai a churrascos onde o traje básico das meninas é jeans, sandália de salto alto e bolsa da Louis Vuiton;Biquíni nem pensar...
- Conhece, no mínimo, 10 pessoas que nunca foram ao Rio de Janeiro e têm mais sotaque que o pessoal de lá.
- Sabe que pra ir à padaria você leva, pelo menos, 10 minutos pra se arrumar.
- Sabe que as 3 girias da cidade são: Véi, Tipo e Cara.

Se você concordou com a metade deste texto, você realmente sabe o que é ser de Brasília....

É... Quem disse que Brasília não possui sua identidade?

sexta-feira, 27 de abril de 2007

O que não saiu no Agência Facos...


Sindicatos se reúnem e
discutem novos manifestos


Sueli Alves

Discutir a repercussão da Emenda 3, avaliar os aspectos positivos e negativos, definir formas de divulgação, novos manifestos e as ações do Dia do Trabalhador, em 1º de maio. Essas foram as questões levantadas durante a plenária de avaliação da mobilização pró-veto à Emenda 3, com representantes dos sindicatos trabalhistas da região, da CUT, Força Sindical e do Conselho Sindical, que integram a Nova Central Sindical. A reunião ocorreu na quarta-feira na sede do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Santos e Região.

A Nova Central visa mobilizar as centrais sindicais para agirem em conjunto. O intuito é informar a população a respeito da Emenda 3 e do reflexo dela na sociedade. Para tanto, o movimento entende que a comunicação é essencial. A Central pretende fazer campanhas de divulgação entre jovens, estudantes universitários, igrejas, aposentados e trabalhadores. Segundo o Diretor da Nova Central Sindical e do Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Santos e Região, Valdir de Souza Pestana, leva muito tempo para conscientizar a população porque a mídia não divulga: “A nossa intenção é divulgar o máximo possível. A grande imprensa não divulga porque tem todo um interesse empresarial por trás”.

Ao final da reunião, ficou definido que a Central entraria em contato com a assessoria de comunicação do deputado federal Beto Mansur para promover um diálogo e exposição de pontos de vista entre ele e o movimento. O motivo desse encontro é a recente declaração divulgada pelo deputado, que apóia a emenda. Mansur afirmou que a lei beneficia os trabalhadores, discordando da posição dos sindicatos. A Central almeja expor suas idéias, visando uma possível mudança de voto do deputado.

Foram propostas ainda a colocação de barraca na praia com bandeiras dos sindicatos e informações, a iniciativa de um abaixo-assinado contra a Emenda 3 e a promoção de audiências públicas nas câmaras municipais da Baixada Santista sobre a mesma.


Emenda 3
A emenda 3 foi incluída pela oposição no projeto de lei que criou a Super Receita, unificando as secretarias da Receita Federal e da Receita Previdenciária. O presidente Luís Inácio Lula da Silva, como era previsto, vetou a norma polêmica. A emenda tira dos auditores fiscais da Receita Federal a competência para atuar em empresas verificando e penalizando a contratação irregular de pessoas jurídicas, deixando a cargo somente da Justiça do Trabalho. A norma dá respaldo à desvinculação empregatícia entre trabalhador e empresa. Com isso, ele perde direitos trabalhistas como o registro em carteira de trabalho, férias, 13º salário, licença maternidade e FGTS.

No último dia 23 foi realizado o Ato Nacional Pela Manutenção do Veto à Emenda 3, organizado pelas centrais sindicais. No Estado, as manifestações de maior repercussão foram as da Capital e da Baixada Santista. A norma vetada pelo presidente Lula ainda terá o veto avaliado e discutido pelo Congresso, podendo ser derrubado.

Dia do Trabalhador
O dia 1º de maio foi instituído em 1889 no calendário mundial como dia do trabalhador em referência à greve geral em 1886, em Chicago. Milhares de trabalhadores morreram protestando contra as condições de trabalho e reivindicando a redução da jornada de trabalho de 13 para 8 horas. Neste ano, haverá em Santos um Ato na Praça das Bandeiras, no bairro do Gonzaga, às 8h30. Em seguida, sindicalistas e trabalhadores de todas as cidades da Baixada seguirão para a Capital, e participarão da celebração promovida pela CUT-SP, no cruzamento da Avenida São João com Ipiranga.

O diretor de Política Sindical da CUT- sub sede Baixada Santista e diretor da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Adilson Guimarães Garrido, ressalta que a data não é de comemoração, e sim de reflexão. Garrido diz ainda que está sendo criado na região o Conselho Municipal de Emprego. Segundo ele, dentre os objetivos do conselho está a divulgação e fiscalização nas empresas e órgãos a respeito do cumprimento da lei do primeiro emprego e pressionar estes a promoverem cursos de reciclagem para os funcionários. E completa: “A intenção é promover também a formação de mão de obra qualificada. As pessoas visam muito a faculdade e fica faltando mão de obra técnica”. As reuniões serão abertas ao público mas ainda não têm data definida.


segunda-feira, 16 de abril de 2007

Podcast

TEMA:
Discutir a responsabilidade ética de formadores de opinião de forma crítica e analítica. Critica de veículos de mídia. Nome: "Boca no trombone"
Exemplo: Soninha diz em entrevista que é usuária de maconha.

Enfoque: Soninha é jornalista, portanto formadora de opinião.
Qual a postura que deve ser tomada por um formador de opinião em relação a atos de sua pessoal? O que é aceitável? O que é antiético? O que seria considerado invasão de privacidade? Há invasão de privacidade em relação a pessoas públicas formadoras de opinião? Até que ponto se torna marketing? Até que ponto as atitudes tomadas por essas pessoas tem influência comportamental?

Formato: debate, crítica jornalística, análise, comentários;
Público-alvo: Estudantes de comunicação.
Pauta: Analisar a atitude da apresentadora Ana Maria Braga ao casar-se com uma pessoa com várias passagens pela polícia, como acusações de furto e estelionato, ou seja, uma pessoa de caráter duvidoso.
Pauta para os próximos programas: Fatos ocorridos com o mesmo tema que tenham relevância na mídia. Participantes: Isabella Carretero, Isabelle Mani e Sueli Alves. ( 3o semestre/ jor diurno )